Chelsea e Abramovich, o ‘casamento’ chega ao décimo ano

6 08 2013

Com mais de R$ 3 bilhões gastados, investidor russo sonha com mais títulos nacionais e internacionais

Por Gustavo Soler

Excêntrico Roman Abramovich conseguiu levar o Chelsea ao topo da Europa (Foto: Getty Images)

Nesta nova temporada 2013/14, o Chelsea completou 10 anos sob o comando do bilionário investidor russo Roman Abramovich. Dono de empresas e ligado ao ramo do petróleo, o proprietário do clube inglês gastou mais de R$ 3 bilhões para tornar o sonho dele realidade.

Primeiro título Inglês do bilionário russo (Foto: Getty images)

Com apenas um título de Campeonato Inglês, o Chelsea era uma equipe modesta, porém, bem tradicional no país. Na temporada 2003/4, Abramovich comprou o clube e logo investiu em reforços para transformar os Blues em uma potência mundial.

Logo de cara, o russo contratou os jovens britânicos Bridge e Joe Cole, os volantes Verón e Makelele e os destaques Duff, primeiro grande nome da equipe, o argentino Crespo e o centroavante Adrian Mutu, que na mesma temporada foi demitido do clube após envolvimento com cocaína.

O time foi se encaixando ao longo do campeonato, mas não chegou a conquistar títulos. Na temporada seguinte, novos investimentos foram feitos, dentre eles, José Mourinho, o jovem e ambicioso treinador que acabava de ganhar uma Champions League com o Porto. O técnico caiu como uma luva para Abramovich e logo na primeira Premier League dele como comandante dos Blues, a equipe de Drogba, Cech, Robben, Ricardo Carvalho, Kezman, Terry e Lampard conquistaram o título.

Com o time forte e reconhecido dentro da Inglaterra, Abramovich manteve a base campeã e trouxe como principal reforço para a temporada 2005/06 Andrey Shevchenko, do Milan, por R$ 46 milhões, e Michael Essien, do Lyon, por R$ 38 milhões. Os dois se adaptaram muito bem ao esquema de Mourinho e o bicampeonato foi conquistado.

Em 2007, Mourinho deixou o cargo de treinador do Chelsea. Sob o comando de Avram Grant, os Blues foram vice em todos os campeonatos que chegaram à final. O primeiro deles, a Copa da Liga Inglesa, perdida para o rival Tottenham por 2 a 1, na prorrogação. O segundo, a Premier League, o time chegou à última rodada com chances de título, porém, o time acabou empatando e viu o Manchester United levantar o troféu.

Felipão teve muitos problemas na sua passagem pelos Blues (Foto: AP)

Na temporada seguinte, Felipão foi contratado para comandar o Chelsea, porém, algumas das estrelas do time, como Ballack e Drogba não concordavam com algumas atitudes tomadas pelo brasileiro. Com o clima ruim e o elenco dividido, Felipão foi mandando embora. Para o seu lugar, Guus Hiddink foi contratado e “salvou” a temporada com o título da Copa da Inglaterra.

Antes do fim da temporada 2008/2009, Ancelotti foi contratado. E o italiano comandou os Blues na decisão da UEFA Champions League em partida contra o rival Manchester United, revivendo o espírito de revanche após o título perdido na última rodada da Premier League da temporada passada. A equipe de Londres saiu atrás no placar, mas empatou o jogo com o ídolo Lampard. A partida foi para os pênaltis e na quinta cobrança, John Terry escorregou e mandou para fora a chance do triunfo. A disputa foi para as cobranças alternadas e Anelka chutou a sétima penalidade e última cobrança em cima de Van der Sar.

John Terry perde o pênalti decisivo na final da Champions League de 2008
(Foto: Getty images)

Carlo Ancelotti, porém, conquistou o primeiro Double, ganhando os títulos da Premier League e da Copa da Inglaterra. Na temporada 2011/12 chegou o momento que Abramovich mais esperava, o seu time foi campeão da UEFA Champions League, na final contra o Bayern de Munique, dentro da Allianz Arena, em Munique.

Time campeão da Champions League (Foto: Getty Images)

Na última temporada, o Chelsea não teve um grande desempenho e acabou sem títulos, com isso, Abramovich acertou a volta de José Mourinho e visa os anos de 2013/14 para os Blues voltarem a levar taças nacionais e internacionais.

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‘Se Messi e Neymar não puderem jogar juntos, o culpado sou eu’, diz Martino

26 07 2013

Novo técnico do Barcelona assume a responsabilidade de propiciar as condições necessárias para que tanto Messi como Neymar tenham espaço para brilhar

Por João Siqueira

Gerardo “Tata” Martino, novo técnico do clube catalão

O recém contratado e ex-técnico do Newell’s Old Boys, Gerardo Martino, chega ao Barcelona afirmando que se a dupla Messi e Neymar não vingar, a culpa será exclusivamente do dele. O treinador, que foi pupilo da escola de Marcelo Bielsa, teve uma boa passagem pela seleção paraguaia e uma ótima campanha na Libertadores 2013, na qual foi derrotado na semifinal nos pênaltis para o posteriormente campeão, Atlético-MG.

– Nem penso na possibilidade de Neymar e Messi não jogarem juntos. Posso dizer que se não derem certo, a culpa vai ser toda do treinador, e não dos atletas. Sou um treinador que se adapta ao elenco e aos jogadores que tenho em mãos. E assim vai ser no Barcelona – declarou o argentino, na apresentação.

Tanto Pep Guardiola, treinador do Bayern de Munique, quanto Fabio Capello, comandante da seleção russa, acreditam que a dupla de ataque tem tudo para dar certo e tornar o Barcelona um time que dificilmente será superado. Martino diz que sua missão no clube catalão é retomar o estilo de jogo ofensivo com grande valorização da posse de bola, pressão constante com marcação no campo do adversário e rápida retomada de bola. Além disso, o técnico, que assinou com o Barcelona por dois anos, pretende oferecer espaço para jogadores provenientes das fortes categorias de base do time.

Readquirindo as características citadas por Martino, o Barcelona obterá plenas condições para que Messi continue a exibir o belo futebol, o qual já lhe rendeu quatro bolas de ouro da FIFA, e para que Neymar se encaixe como uma luva nesse elenco que tem tudo para retomar o status de melhor time do mundo durante a temporada 2013/2014.





Tevez acredita em título da Juventus pela Champions League, mas prioriza o Campeonato Italiano

19 07 2013

Argentino acredita que equipe de Turim terá uma ótima temporada caso vença novamente a Série A

Por Luiz Queiroga

Camisa 10 da Juventus, Tevez prioriza tricampeonato italiano (Foto: Getty Images)

Principal contratação da Juventus para a temporada, o atacante Carlitos Tevez tem planos ambiciosos para o novo desafio da carreira: conquistar mais uma UEFA Champions League. Em 2009, ele participou da campanha vitoriosa do Manchester United em cima do Chelsea, mas não foi protagonista na ocasião. Defendendo o time de Turim, Tevez acredita que poder ganhar pela segunda vez o título continental, mas dessa vez com participação decisiva, digna da camisa 10 que recebeu assim que chegou à Itália.

Para o argentino, porém, antes de pensar na Champions, a Juventus precisa focar no Campeonato Italiano. O objetivo é defender o Scudetto e alcançar o tricampeonato nacional, para que dessa forma os outros títulos na temporada aconteçam de forma natural.

– Eu acho que temos que ter calma e ter certeza de não colocar muita pressão em nós mesmos para vencer a Champions League. Se não fizermos isso, então, a pressão vai nos atrapalha – declarou à “CNN”.

Frustrado com a campanha do Manchester City na última Champions League, ano passado, quando o clube ainda foi eliminada na primeira fase, Tevez esclarece que o sonho dele e de todos os companheiros de equipe é de conquistar o maior torneio entre clubes da Europa, por mais que o foco esteja na Série A da Itália.

– Temos que ter calma e saber que ganhar o Scudetto novamente nos fará parte da história italiana e então nós poderemos pensar sobre todo o resto – comentou.





Chelsea estaria próximo de acerto com De Rossi

13 07 2013

Jogador da Roma-ITA seria um  desejo antigo de Roman Abramovich

Por Artur Rebouças

Disputar a Premier League seria um desejo do volante (foto: globoesporte/ Agência Getty Images)

Disputar a Premier League seria um desejo do volante (foto: globoesporte/ Agência Getty Images)

De acordo com a imprensa europeia, o Chelsea está muito próximo de anunciar a contratação de Daniele De Rossi, volante da Roma. O jogador seria um sonho do russo Roman Abramovich, que já vem tentando a contratação do italiano há alguns anos.

Também cobiçado por clubes como o Manchester City e o Manchester United, nas últimas temporadas, De Rossi sempre preferiu permanecer na Roma, casamento que, ao que parece, está com os dias contados.

A ideia do Chelsea é fazer uma proposta de 11,2 milhões de libras (R$ 38,3 milhões), mais o empréstimo de Wallace, jovem lateral-direito, recém-contratado junto ao Fluminense, que já despertava o interesse dos Romanos, antes de ser negociado com o time londrino.





Amarelão? Que nada! Robben marca aos 44 e decide em Wembley

25 05 2013

Em uma final eletrizante, Bayern e Borussia travaram um grande duelo decidido no finalzinho do jogo

Por Gustavo Soler

Robben decide na final da Champions League (Foto: Sportsfile)

Neste sábado (25), a cidade de Londres sediou o jogo mais esperado da temporada: a final da UEFA Champions League, que pela primeira vez teve um confronto entre alemães. O palco do confronto foi o estádio de Wembley. Bayern de Munique e Borussia Dortmund se encararam uma única vez pela competição, na temporada 1997/98 e os Prussianos levaram a melhor, após um empate em 0 a 0 no primeiro jogo, o suíço Stéphane Chapuisat garantiu a vitória com um gol aos quatro minutos do segundo tempo da prorrogação no Westfalenstadion, atualmente chamado de Signal Iduna Park. No jogo deste sábado, a prorrogação estava por vir, mas Arjen Robben marcou aos 44 do segundo tempo.

Por conta de uma lesão na coxa, Mario Götze foi vetado da final e assistiu o jogo das tribunas (Foto: Divulgação)

Ambas as equipes dominam o cenário alemão nos últimos anos, com um bicampeonato em 2011 e 2012, o Borussia conseguiu terminar com a hegemonia dos bávaros no país, porém, nesta temporada, os vermelhos voltaram a ser protagonistas. Nos confrontos domésticos, as equipes ficaram em dois empates em 1 a 1, já na Copa da Alemanha e na Supercopa, o Bayern conseguiu a vitória. O ambiente da final tinha a curiosidade do caso Mario Götze, o camisa 10 dos aurinegros foi vendido aos vermelhos durante a temporada e uma lesão o tirou deste confronto.  No dia em que antecedeu a partida, um boato que o jovem meia não teria viajado para Londres por conta de uma consulta ao dentista rolava nos bastidores, no entanto, isso foi desmentido momentos antes do início do jogo.

A UEFA preparou um show antes do jogo, dois exércitos representando as duas equipes travou um duelo aos moldes da Idade Média, ao término do confronto, os escudos dos times e da própria UEFA foram estendidos no gramado. O jogo com ambos os times marcando pressão e indo para o ataque. Aos 12min, Reus tentou a tabela com Lewandowski, porém, o camisa 11 foi derrubado por Boateng, mas o centroavante polonês seguiu no lance e bateu para o gol. A redonda foi cheia de efeito e Neuer mandou para escanteio. Após a cobrança, a defesa bávara afastou, o rebote ficou com Gündogan, que rapidamente tocou para Reus. O meia achou Kuba dentro da área, que por sua vez arriscou de primeira, obrigando uma grande defesa de Neuer.

Novamente os aurinegros levaram perigo à meta de Neuer: Reus recebeu no contragolpe, escapou de três defensores do Bayern e arriscou de perna esquerda, no entanto, o chute foi encima do arqueiro alemão, que mandou para escanteio. Só dava Borussia na partida, aos 22min, Bender dominou na entrada da área, bateu colocado e mais uma vez o camisa 1 dos vermelhos fez a defesa. Em outra descida ao ataque do time de Klopp, o árbitro Nicola Rizzoli acabou atrapalhando a ação e quase armou um contra-ataque para o Bayern de Munique. A primeira chegada da equipe de Heynckes foi aos 26 min: bola cruzada para dentro da área, Mandzukic subiu mais que Bender e destou firme, no entanto, Weidenfeller realizou um milagre, mandando para escanteio. Na cobrança, Javi Maritnez ganhou da zaga, mas o cabeceio acabou passando sobre o gol.

Depois de achar duas grandes chances de gol, o Bayern melhorou e equilibrou o jogo. Com 30 minutos, Robben recebeu livre pela direita, arrancou em direção da área e tentou uma cavadinha, mas Weidenfeller saiu bem do gol e defendeu com o peito. Na resposta do Borussia, Lewandowski invadiu a área e Neuer saiu bem para fazer a defesa. Aos 44, Hummels falhou, a bola sobrou para Robben, o holandês bateu do jeito que deu e Weidenfeller salvou com o rosto. A etapa final começou com menos emoções, nenhuma equipe chegava ao ataque com grande perigo. Apenas aos 15 houve um ataque e ele foi fatal: Ribery, marcado por três, conseguiu um passe primoroso para Robben, o meia dominou e tocou para Mandzukic, o croata só empurrou para o gol vazio, abrindo o placar em Wembley.

Mandzukic abriu o placar em Wembley (Foto: Getty Images)

O Bayern era melhor na segunda etapa, mas após um contra-ataque, o zagueiro Dante acabou acertando o meia Reus dentro da área e o árbitro Nicola Rizzoli assinalou o pênalti. Na cobrança, Gündogan tirou do goleiro Neuer e empatou o jogo. Na base do contragolpe, os bávaros chegaram com Müller, que ganhou na jogada sobre Schmelzer, a bola passou por Weidenfeller, o camisa 25 bateu cruzado para a segunda trave com o gol aberto. Robben chegava na jogada para empurrar para o gol, porém, Subotic apareceu na raça para tirar a bola de cima da linha e salvar o Borussia. Aos 30 minutos, Alaba arriscou de fora da área e obrigou Weidenfeller a fazer uma grande defesa.

De pênalti, Gündogan empatou a partida (Foto: Getty Images)

Melhor novamente no jogo, o Bayern chegou com perigo com o meia Schweinsteiger, que mandou um petardo de fora da área, mas Weidenfeller fez mais uma defesa. Aos 44 minutos, Ribery recebe um lançamento que veio da defesa, domina e deixa de letra para Robben, o camisa 10 em um único drible passou por Piszczek e Hummels e tocou na saída do goleiro para marcar o segundo gol do Bayern e espantando a fama de amarelar nas decisões. O Borussia tentou lugar contra o relógio, no entanto não deu tempo e os bávaros, após três finais consecutivas conseguiu finalmente o título da Champions.

Momento do toquinho sutil de Robben para dar o título ao Bayern (Foto: Getty Images)

FICHA TÉCNICA

BORUSSIA DORTMUND x BAYERN DE MUNIQUE

Local: Estádio de Wembley, Londres (ING)
Data-Hora: 25/05/2013, às 15h45 (de Brasília)
Árbitro: Nicola Rizzoli (ITA)
Auxiliares: Renato Faverani (ITA) e Andrea Stefani (ITA)
Público: 86,298 presentes

Gols: Mandzukic (15’/2ºT), Gündogan (23’/2ºT), Robben (43’/2ºT)

Cartões amarelos: Dante, Ribéry (BAY), Grosskreutz (BOR)
Cartões vermelhos:

BORUSSIA DORTMUND: Weidenfeller, Piszczek, Hümmels, Subotic e Schmelzer; Gündogan, Bender (Sahin, 44’/2ºT) e Reus; Blaszczykowski (Schieber, 44’/2ºT); Grosskreutz e Lewandowski. Técnico: Jürgen Klopp

BAYERN DE MUNIQUE: Neuer, Lahm, Boateng, Dante e Alaba; Schweinsteiger e Martínez; Robben, Müller e Ribéry (Luiz Gustavo, 44’/2ºT); Mandzukic (Gómez, 46’/2ºT). Técnico: Jupp Heynckes





Vendido ao Bayern, Götze não jogará a grande finalíssima da Champions

22 05 2013

Jogador sofreu lesão muscular contra o Real Madrid e não conseguiu se recuperar a tempo de enfrentar o seu futuro clube

Por Leonardo Perri

Mario Götze será desfalque do Dortmund na final (Foto: Getty Images)

Mario Götze será desfalque do Dortmund na final (Foto: Getty Images)

Cercado de expectativas e desconfianças de como seria a atuação de Mario Götze frente ao futuro clube na final da Champions League, o mistério acabou antes do esperado por todos. Devido a uma lesão muscular sofrida no segundo  duelo contra o Real Madrid, o meia não irá a campo contra o Bayern de Munique na grande final que ocorrerá neste sábado, em Wembley.

O anúncio foi feito pelo site oficial do Borussia Dortmund e ainda trouxe uma declaração do jogador, que lamentou não estar presente na decisão, mas que viajará à Inglaterra para apoiar seus companheiros. O jovem alemão chegou a treinar nos últimos dias com bola, mas o incômodo na coxa persistiu, obrigando-o a desistir.

– Essa final era o meu objetivo, tinha treinado duro nas últimas semanas. Estou muito triste por não poder ajudar a equipe neste jogo tão importante. Tenho plena confiança em nosso time e vou viajar rumo a Londres para apoiar e dar força aos meus companheiros – disse o camisa 10 ao site do clube.

Com a ausência de Götze, o mais provável é que o técnico Jürgen Klopp entre com o meio campo Kevin Grosskreutz em seu lugar. Prova disso foram as últimas partidas em que o Dortmund jogou pela Bundesliga com seu time titular, que contava com Grosskreutz entre os onze. Foi dele inclusive o gol do Borussia no empate por 1 a 1 contra o próprio Bayern em duelo válido pelo campeonato alemão.

Grosskreutz, que enfrentou o Real Madrid, deverá substituir Götze (Foto: Reuters)

Grosskreutz, que enfrentou o Real Madrid, deverá substituir Götze (Foto: Reuters)





David Beckham anuncia aposentadoria dos gramados ao final da temporada

16 05 2013

Meia inglês é mais um grande jogador a se retirar em 2013; despedida deve ser no dia 26 de maio, contra o Lorient, na última rodada do Campeonato Francês 

Por Pedro Orioli

Becks com a camisa de seu último clube, o Paris Saint-Germain. (Foto: Gool)

Após 20 anos de carreira, 115 jogos pela seleção inglesa e cinco clubes na carreira, David Beckham anunciou a aposentadoria dos gramados na tarde desta quinta-feira (19), através de um comunicado na própria página oficial. Aos 38 anos, ele havia assinado um contrato de cinco meses com o Paris Saint-Germain, mas o dono do clube queria a renovação por mais um ano. “Becks”, como é apelidado, entretanto, optou por se retirar em alto nível.

A despedia oficial deverá acontecer no dia 26 de maio, fora de casa, pela última rodada do Campeonato Francês, competição a qual o PSG foi campeão.

– Sou grato ao PSG por me dar a oportunidade de continuar, mas sinto que esta é a hora certa para encerrar minha carreira, jogando em alto nível. Se você me dissesse quando eu era jovem que jogaria e ganharia troféus por meu time de infância, o Manchester United, orgulhosamente capitanearia e jogaria pela minha seleção mais de 100 vezes e vestiria a camisa dos maiores clubes do mundo, eu diria que você estaria contando uma fantasia. Sou sortudo de ter realizado esses sonhos – afirmou o jogador em comunicado.

O inglês também deu sinais de que já tem um projeto encaminhado para seguir no futebol fora das quatro linhas, mas sem revelar do que se trata:

– Nada vai substituir totalmente jogar o jogo que amo. Entretanto, sinto que estou começando uma nova aventura, verdadeiramente animado com o que está por vir. Sou sortudo de receber tantas oportunidades ao longo da minha carreira, e agora sinto que é minha hora de devolver.

Na seleção inglesa, são 115 jogos, e 17 gols. (Foto: Catch Seventy)

Beckham é o jogador de linha que mais atuou com a camisa da seleção inglesa: foram ao todo 115 jogos e 17 gols anotados. O astro também foi campeão nacional pelo Manchester United, Real Madrid, Los Angeles Galaxy e Paris Saint-Germain, além de conquistar a UEFA Champions League pelos Reds Devills. No total, são 28 títulos em 20 anos de carreira.








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